Super Vicki

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Última modificação: 19 janeiro, 2016

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

FUNDO TÉCNICO DA SÉRIE

 

 

 

 

Quando Howard Leeds teve a idéia de criar Vicki, ele havia sido influenciado por videogames e robôs primitivos de décadas anteriores à de 80 e corretamente assumiu que, assim que o avanço dos robôs domésticos começasse a ganhar força, eles não seriam bem-vindos dentro das casas até que parassem de se assemelhar a meros aspiradores de pó ou aranhas metálicas. Intimamente ligado aos setores de efeitos especiais de Hollywood e audio-animatronicos, Leeds soube que criar o corpo de Vicki não seria tão difícil, nem criar uma máscara natural feita de látex real o bastante para passar em uma avaliação. Ele argumentou que se Hollywood pudesse criar algo fisicamente próximo ao corpo de Vicki, o que os recursos combinados do país (United Robotronics) conseguiriam fazer também? Isto é mostrado perfeitamente na 1ª Temporada de Vicki. Para uma visão mais aprofundada dos detalhes técnicos, leia a seção "Vicki em Dunahue", paródia que será postada em breve neste site.

Consultores técnicos para o show, armados com pesquisa teórica de marketing para riscos financeiros, concordaram com Leeds que havia uma esmagadora preferência geral por robôs antropomorfos (com aparência humana) no ambiente doméstico e o fator preponderante foi a idéia de amizade familiar. Embora intrigante, Leeds, não desejando um "live-action" dos Jetsons, quis saber o que era possível ser feito com a última geração em tecnologia anos 80 em designe de andróide, tendo verba ilimitada para aumentar a credibilidade de seu robô em um seriado contemporâneo de comédia. Isto não era nenhum ponto secundário se alguém comparasse o show à descarada fraude da Disney "Not Quit Human", de 1987, (no Brasil, o filme é conhecido como "Adorável Andróide"), cujo andróide adolescente mostrava poder de raciocínio quase humano e boa flexibilidade emocional no mundo moderno, sendo o oposto de Vicki, cujas limitações a tornam fiel do que é realmente possível em se tratando de inteligência artificial. O efeito basicamente inabalável de Vicki foi exato, mas exigiria um irônico preço para a atriz.

Muitos andróides e robôs de ficção são anacrônicos (fora de moda), revelando capacidades tecnológicas muitas vezes em excesso. Vicki foi planejada para retratar o tipo robô andróide "possível" nos anos 80, abaixo do esforço do Projeto Apollo (que colocou o homem na Lua): um robô que fosse móvel, tivesse reconhecimento óptico e de voz, e um apanhado de destrezas. Na 1ª Temporada, Vicki se mostrou bem próxima da predição feita pelos consultores técnicos da história vindo de Stanford e CalTech, exceto por dois fatores: foi reconhecido que a tecnologia IC não seria suficiente para condensar o processamento visual dos computadores e a memória deles no tamanho do crânio de uma criança antes do ano 2000, e foi sugerido que a CPU de Vicki seria uma criação da empresa de Ted Lawson, unindo seu corpo e mente através de ondas de rádio. Isso foi seriamente considerado e finalizado pelo que, como os produtores disseram, "essas macabras implicações de dessecamento cerebral". O subproduto sobrevivente desse conceito foi Ted terminantemente precisar viver no quarto fazendo periodicamente downloads de memória diários e salvando tudo no PC, como se vê no episódio 39, "Class Comedienne" (A Comediante).

No episódio piloto, a produção originalmente queria alugar um robô audio-animatrônico utilizado na produção de Alice no País das Maravilhas (1985) de uma casa de efeitos especiais, que faria o papel de Vicki desmontada, mas despesas proibitivas forçaram os produtores a fazerem isso com um inconveniente manequim de loja. Existiram então notáveis falhas técnicas que cartas enviadas por fãs especialistas no assunto logo retificaram, examinando como Ted menciona que os olhos de Vicki são células solares. No episódio 47, "The Wedding" (O Casamento), é corretamente decidido que o sistema ótico de Vicki utiliza foto-receptores com carregador acoplado (hoje comumente utilizado em máquinas fotográficas digitais), e no episódio 30, "Jamie's Older Woman" (A Mulher Mais Velha de Jamie), que ela é motorizada por um RTG, ou Radio Thermonic Generator (Gerador Rádio Térmico), similar aos utilizados em marca-passos nucleares, sondas espaciais e monitores polar. Fazer uma Vicki de propulsão nuclear foi uma afirmação lógica corajosa já que ser anti-nuclear na TV é  mais politicamente correto.                      

                      

 

   

 

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